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“Making of” da análise sobre o perfil etário dos funcionários da Administração Indireta

Para dar transparência ao caminho feito até as tabelas do post anterior e para inspirar outras análises, é interessante compartilhar e registrar aqui os passos necessários para se construir o breve estudo sobre a faixa etária dos funcionários das maiores empresas da Prefeitura de São Paulo.

Em primeiro lugar, baixamos a base “Folhas de Pagamentos: Valores.zip” desta página do Portal da Transparência (a base está no pé da página).

Ao descompactar o arquivo, você verá a planilha com alguns números e textos. As duas primeiras colunas trazem, respectivamente, o ano (14 é 2014; logo 15 é 2015) e o mês.

Na terceira coluna está um código que representa a entidade da Administração Indireta em questão.  O número 2;  por exemplo, é a COHAB; o 3 representa a PRODAM. Como sabemos isso? É que existe uma tabela que relaciona o número à empresa. Essa tabela (“Entes: Listas.csv”)pode ser baixada na mesma página do Portal da Transparência citada acima.
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Um em cada quatro funcionários das empresas públicas tem mais de 55 anos de idade

Costuma-se dizer que o quadro funcional da Prefeitura de São Paulo está envelhecido e que é preciso renovar seus quadros técnicos. É o que afirmou, por exemplo, o cientista político Fernando Abrucio em entrevista à rádio CBN em janeiro último.  Graças aos dados da Administração Indireta (dados tornados publicamente disponíveis pela Controladoria Geral do Município em parceria com a Secretaria de Finanças), é possível verificar a veracidade desta afirmação nas empresas públicas municipais.

Essa análise é importante, pois subsidia a política de Recursos Humanos dessas empresas, desde decisões sobre contratações – devido a eventual escassez de mão de obra por causa de aposentadorias e falecimentos – até decisões sobre custeio (as gratificações por tempo de serviço podem estar onerando os caixas das empresas).

Os dados demonstram que as cinco maiores empresas públicas municipais têm, somadas, 9.186 funcionários. A média de idade varia dos 42 (SPTuris) aos 46 (PRODAM).

(*) exclui membros dos conselhos administrativo e fiscal
(**)Idade em 31/12/2014
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Conheça os projetos apresentados pelas equipes da Hackatona do Ônibus

Entre 27 e 28 de outubro, cerca de 60 pessoas estiveram reunidas em 15 equipes para participar da Hackatona do Ônibus, uma “maratona hacker” em busca de soluções criativas para o transporte público paulistano que encerrou as atividades do evento São Paulo Aberta. Organizada pela SPTrans e pela Controladoria Geral do Município, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o concurso ofereceu 15 mil reais em prêmios às três equipes com os projetos mais bem avaliados.
Saiba como foi a maratona clicando aqui.
Veja abaixo as apresentações dos aplicativos desenvolvidos durante a Hackatona:

1º lugar #Cadê o ônibus
Equipe NanoIT

Multiplataformas, o “Cadê o Busão?” terá três interfaces com funcionalidades específicas pensadas para passageiros, cobradores e gestores do sistema viário. Para usuários, são oferecidas informações a respeito do trânsito, como estimativas de tempo e notificações de proximidade de um determinado ônibus; para cobradores, é possível atualizar informações sobre o trânsito que sua linha enfrenta, a situação de lotação do veículo e notificar ocorrências policiais e de bombeiros, por exemplo; Além destes, há o módulo da SPtrans, com a possibilidade de gerar relatórios que permitirão a avaliação do sistema.

2º lugar #Trilha#SP
Equipe PoliGNU

Com o Trilha#SP, os passageiros podem avaliar suas viagens de forma geral e em cinco tópicos distintos: lotação, conforto, higiene, atendimento do cobrador e atendimento do motorista. A medida em que o usuário faz as avaliações, o aplicativo acumula informações que oferecem subsídios para se pensar a necessidade de renovação da frota até política tarifária.

3º lugar #InSPorte
Equipe Bad Request

Também com a proposta de consultar a avaliação do usuário do sistema de transporte público a respeito do serviço que lhe é prestado, o foco do InSPorte é permitir que o passageiro opine rapidamente sobre linhas, pontos e motoristas, além de relatar incidentes. As informações recebidas são disponibilizadas para a população de formas com fácil leitura, como o ranqueamento das 10 linhas com melhor e pior avaliação.

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Quinze aplicativos foram desenvolvidos durante a primeira Hackatona do Ônibus de São Paulo; conheça os vencedores

Projetos transformam a avaliação dos passageiros em instrumentos de fiscalização e de orientação para melhorias no transporte público

Durante 30 horas, cerca de 60 hackers — entre pesquisadores, programadores e outros profissionais da informação — reuniram-se no prédio da SPTrans para criar aplicativos e soluções inovadoras usando dados públicos do sistema municipal de transportes. Eles integravam as 15 equipes que foram selecionadas a participar da “Hackatona do Ônibus”, entre 58 projetos inscritos. A competição aconteceu das 8 horas da manhã de sábado, 27 de outubro, às 14 horas do domingo seguinte, fechando as atividades do evento São Paulo Aberta.

Hackatona é o termo usado para designar uma “maratona hacker”, isto é, esforço concentrado de trabalho de desenvolvedores para encontrar soluções criativas a um desafio proposto. Organizada pela SPTrans e pela Controladoria Geral do Município, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o concurso ofereceu 15 mil reais em prêmios às três equipes com os projetos mais bem avaliados.

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CGM divulga devolutiva de Papo com Dados sobre ônibus em São Paulo

Documento sistematiza questões debatidas com SPTrans e informa os próximos passos para abertura de dados

Durante o Papo com Dados sobre Ônibus em São Paulo, realizado em 8 de agosto de 2013, a Controladoria Geral do Município (CGM) e a SPTrans comprometeram-se a divulgar uma devolutiva do processo, isto é, sistematizar em um documento as questões respondidas, dar retorno sobre as demandas e indicar os próximos passos para que as sugestões sejam implementadas.

cartao_devolutiva

O documento foi organizado em quatro categorias:

1. Perguntas e respostas sobre dados já disponíveis;
2. Sugestões de aprimoramento;
3. Demanda por novas informações e
4. Questões que puderam ser respondidas por falta de tempo.

Clique aqui para baixar em formato PDF.

Clique aqui para baixar em formato .doc.

Conheça o site de transparência da SPTrans.

Assista ao vídeo do evento na íntegra.

Perdeu o papo com dados com SPTrans? Assista ao vídeo

O primeiro Café Hacker organizado pela Controladoria Geral do Município (CGM) tratou de uma das principais demandas da sociedade por informações hoje: dados do sistema de transporte público de ônibus.

Realizado no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o evento reuniu cerca de 40 pessoas, entre jornalistas, programadores, pesquisadores e ativistas.

Para responder às dúvidas e às demandas dos participantes, estavam presentes Ciro Biderman, chefe de gabinete da SPTrans, e Adauto Faria, diretor de gestão econômica e financeira da empresa.

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Café com Dados SPTRANS

O primeiro Café Hacker organizado pela Controladoria Geral do Município (CGM) tratou de uma das principais demandas da sociedade por informações hoje: dados do sistema de transporte público de ônibus.

Realizado no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o evento reuniu cerca de 40 pessoas, entre jornalistas, programadores, pesquisadores e ativistas.

Para responder às dúvidas e às demandas dos participantes, estavam presentes Ciro Biderman, chefe de gabinete da SPTrans, e Adauto Faria, diretor de gestão econômica e financeira da empresa.