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Café Hacker discute transparência da Virada Cultural

Demandas de agentes culturais e artistas deram o tom do debate
Representantes de diferentes classes artísticas e conselheiros municipais compareceram, na última sexta-feira(14), ao auditório da Biblioteca Mário de Andrade, para participarem do Café Hacker Virada Cultural 2014. O encontro foi organizado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC) e pela Coordenação de Promoção da Integridade (COPI), uma das áreas estruturantes da Controladoria Geral do Município (CGM), com a finalidade de discutir com a população propostas de ampliação da transparência dos dados e informações da maratona de espetáculos que acontece anualmente na cidade.
O evento foi iniciado por breves apresentações do Secretário Municipal de Cultura, Juca Ferreira, do Controlador Geral do Município, Mário Spinelli, e do representante da Empresa de Turismo e eventos da Cidade de São Paulo (SPTuris), Ian Guimarães. De forma geral, os palestrantes falaram sobre a importância da implantação de políticas de transparência para prevenção da corrupção, para garantir o controle social sobre as atividades da administração pública.
Prosseguindo com a dinâmica do Café Hacker, compuseram a mesa seguinte os representantes da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), Luciana Piazzon, Guilherme Varella e José Mauro, a Diretora da Divisão de Fomento ao Controle Social, Lindalva Feitosa Oliveira (COPI) e o Coordenador, Fabiano Angélico (COPI). Após uma introdução sobre as obrigações legais e as regras para a preparação da Virada Cultural, teve início o debate com o público.
Reflexo da presença majoritária de segmentos artísticos no evento, os participantes focaram suas questões em temas como diversidade de modalidades de espetáculos nas políticas de cultura e seleção de curadoria para a virada cultural. Outro tema frequente no debate foi a descentralização do evento, para atender a população nos limites da cidade.
Nos próximos dias, a CGM disponibilizará em sua página no youtube a íntegra do evento, a ser divulgada no blogue cafehackersp.org. Além do vídeo, será divulgada uma devolutiva que registrará as contribuições oferecidas pelos presentes e as respostas concedidas pela Secretaria Municipal de Cultura ás demandas por informação, além de um plano de ações, elaborado com base no debate, para ampliar a transparência da Virada Cultural.

Transmissão do Café Hacker Planeja Sampa

Assista a transmissão do segundo Café Hacker Planja Sampa pelo Hangout: https://bit.ly/cafehackeraovivo
O evento discute propostas e alternativas para o Portal do Ciclo Participativo de Planejamento e Gestão .
A programação do evento conta com uma apresentação da primeira fase da plataforma – que trata do conhecimento das metas e já está no ar – e com a exposição da proposta da etapa de monitoramento dessas metas. Nesta segunda parte do evento, o debate se focará em algumas experiências e sugestões para tornar o acompanhamento das metas mais acessível à população.
O evento é organizado pela parceria entre Controladoria Geral do Município (CGM) e pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão(Sempla) e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU).

Conheça os projetos apresentados pelas equipes da Hackatona do Ônibus

Entre 27 e 28 de outubro, cerca de 60 pessoas estiveram reunidas em 15 equipes para participar da Hackatona do Ônibus, uma “maratona hacker” em busca de soluções criativas para o transporte público paulistano que encerrou as atividades do evento São Paulo Aberta. Organizada pela SPTrans e pela Controladoria Geral do Município, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o concurso ofereceu 15 mil reais em prêmios às três equipes com os projetos mais bem avaliados.
Saiba como foi a maratona clicando aqui.
Veja abaixo as apresentações dos aplicativos desenvolvidos durante a Hackatona:
1º lugar #Cadê o ônibus
Equipe NanoIT


Multiplataformas, o “Cadê o Busão?” terá três interfaces com funcionalidades específicas pensadas para passageiros, cobradores e gestores do sistema viário. Para usuários, são oferecidas informações a respeito do trânsito, como estimativas de tempo e notificações de proximidade de um determinado ônibus; para cobradores, é possível atualizar informações sobre o trânsito que sua linha enfrenta, a situação de lotação do veículo e notificar ocorrências policiais e de bombeiros, por exemplo; Além destes, há o módulo da SPtrans, com a possibilidade de gerar relatórios que permitirão a avaliação do sistema.
2º lugar #Trilha#SP
Equipe PoliGNU


Com o Trilha#SP, os passageiros podem avaliar suas viagens de forma geral e em cinco tópicos distintos: lotação, conforto, higiene, atendimento do cobrador e atendimento do motorista. A medida em que o usuário faz as avaliações, o aplicativo acumula informações que oferecem subsídios para se pensar a necessidade de renovação da frota até política tarifária.
3º lugar #InSPorte
Equipe Bad Request


Também com a proposta de consultar a avaliação do usuário do sistema de transporte público a respeito do serviço que lhe é prestado, o foco do InSPorte é permitir que o passageiro opine rapidamente sobre linhas, pontos e motoristas, além de relatar incidentes. As informações recebidas são disponibilizadas para a população de formas com fácil leitura, como o ranqueamento das 10 linhas com melhor e pior avaliação.
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Quinze aplicativos foram desenvolvidos durante a primeira Hackatona do Ônibus de São Paulo; conheça os vencedores

Projetos transformam a avaliação dos passageiros em instrumentos de fiscalização e de orientação para melhorias no transporte público

Durante 30 horas, cerca de 60 hackers — entre pesquisadores, programadores e outros profissionais da informação — reuniram-se no prédio da SPTrans para criar aplicativos e soluções inovadoras usando dados públicos do sistema municipal de transportes. Eles integravam as 15 equipes que foram selecionadas a participar da “Hackatona do Ônibus”, entre 58 projetos inscritos. A competição aconteceu das 8 horas da manhã de sábado, 27 de outubro, às 14 horas do domingo seguinte, fechando as atividades do evento São Paulo Aberta.

Hackatona é o termo usado para designar uma “maratona hacker”, isto é, esforço concentrado de trabalho de desenvolvedores para encontrar soluções criativas a um desafio proposto. Organizada pela SPTrans e pela Controladoria Geral do Município, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o concurso ofereceu 15 mil reais em prêmios às três equipes com os projetos mais bem avaliados.

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Café Hacker Planeja Sampa


Na quarta-feira, 09 de outubro, a Secretaria de Planejamento Orçamento e Gestão (Sempla) e a Controladoria Geral do Município (CGM) reuniram pessoas da sociedade civil e profissionais de diversas secretarias da Prefeitura de São Paulo para a terceira edição do Café Hacker SP deste ano.
Desta vez, o foco da atividade foi discutir o desenvolvimento de um portal para o Ciclo Participativo de Planejamento e Orçamento. Para tanto, os participantes compartilharam ideias, conhecimento, expuseram sugestões e indicaram possíveis encaminhamentos para o desenvolvimento do site http://planejasampa.prefeitura.sp.gov.br/, que já está no ar e pretende instrumentalizar e qualificar ainda mais a participação popular.
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Café Hacker discute desenvolvimento do portal de planejamento e orçamento participativos da cidade

A Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEMPLA) de São Paulo, em parceria com a Controladoria Geral do Município (CGM), realiza na próxima quarta-feira (9/10) uma reunião para discutir o desenvolvimento de uma plataforma para o Ciclo Participativo de Planejamento e Orçamento da cidade de São Paulo.

O encontro será realizado no formato de “Café Hacker”, que tem sido organizado pela CGM em parceria com secretarias para discutir dados públicos, sistemas e portais da Prefeitura. Devem participar programadores, ativistas e organizações da sociedade civil que promovem iniciativas na área.

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