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Café Hacker Oficina busca ferramentas tecnológicas para ampliar segurança das mulheres no espaço público

Projetos em debate tem base em informações sobre a infraestrutura e violência do município.

Na manhã do sábado de 12 de dezembro, cerca de trinta pessoas começavam seu dia em uma sala na região da Luz, no centro de São Paulo, separando-se em grupos para analisar informações referentes à segurança da população feminina e pensar em como usá-las a fim de tornar a cidade mais segura para as mulheres.

Estava começando o Café Hacker Oficina, uma atividade promovida pela Controladoria Geral do Município de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, pelo Departamento de Iluminação Pública (SES / ILUME) e pelo LabHacker, um laboratório de projetos que relacionam participação política e tecnologia. Continue lendo

Assista o que aconteceu no Café Hacker Virada Cultural

Acompanhe a íntegra do debate sobre dados da transparência da maratona de espetáculos

O Café Hacker Virada Cultural foi uma iniciativa  da Coordenação de Promoção da Integridade (COPI), uma das áreas estruturantes da Controladoria Geral do Município (CGM) e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC), com a finalidade de discutir com a população propostas de ampliação da transparência dos dados e informações da maratona de espetáculos que acontece anualmente na cidade. Continue lendo

Café Hacker discute transparência da Virada Cultural

Demandas de agentes culturais e artistas deram o tom do debate

Representantes de diferentes classes artísticas e conselheiros municipais compareceram, na última sexta-feira(14), ao auditório da Biblioteca Mário de Andrade, para participarem do Café Hacker Virada Cultural 2014. O encontro foi organizado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC) e pela Coordenação de Promoção da Integridade (COPI), uma das áreas estruturantes da Controladoria Geral do Município (CGM), com a finalidade de discutir com a população propostas de ampliação da transparência dos dados e informações da maratona de espetáculos que acontece anualmente na cidade.

O evento foi iniciado por breves apresentações do Secretário Municipal de Cultura, Juca Ferreira, do Controlador Geral do Município, Mário Spinelli, e do representante da Empresa de Turismo e eventos da Cidade de São Paulo (SPTuris), Ian Guimarães. De forma geral, os palestrantes falaram sobre a importância da implantação de políticas de transparência para prevenção da corrupção, para garantir o controle social sobre as atividades da administração pública.

Prosseguindo com a dinâmica do Café Hacker, compuseram a mesa seguinte os representantes da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), Luciana Piazzon, Guilherme Varella e José Mauro, a Diretora da Divisão de Fomento ao Controle Social, Lindalva Feitosa Oliveira (COPI) e o Coordenador, Fabiano Angélico (COPI). Após uma introdução sobre as obrigações legais e as regras para a preparação da Virada Cultural, teve início o debate com o público.

Reflexo da presença majoritária de segmentos artísticos no evento, os participantes focaram suas questões em temas como diversidade de modalidades de espetáculos nas políticas de cultura e seleção de curadoria para a virada cultural. Outro tema frequente no debate foi a descentralização do evento, para atender a população nos limites da cidade.

Nos próximos dias, a CGM disponibilizará em sua página no youtube a íntegra do evento, a ser divulgada no blogue cafehackersp.org. Além do vídeo, será divulgada uma devolutiva que registrará as contribuições oferecidas pelos presentes e as respostas concedidas pela Secretaria Municipal de Cultura ás demandas por informação, além de um plano de ações, elaborado com base no debate, para ampliar a transparência da Virada Cultural.

Conheça os projetos apresentados pelas equipes da Hackatona do Ônibus

Entre 27 e 28 de outubro, cerca de 60 pessoas estiveram reunidas em 15 equipes para participar da Hackatona do Ônibus, uma “maratona hacker” em busca de soluções criativas para o transporte público paulistano que encerrou as atividades do evento São Paulo Aberta. Organizada pela SPTrans e pela Controladoria Geral do Município, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o concurso ofereceu 15 mil reais em prêmios às três equipes com os projetos mais bem avaliados.
Saiba como foi a maratona clicando aqui.
Veja abaixo as apresentações dos aplicativos desenvolvidos durante a Hackatona:

1º lugar #Cadê o ônibus
Equipe NanoIT

Multiplataformas, o “Cadê o Busão?” terá três interfaces com funcionalidades específicas pensadas para passageiros, cobradores e gestores do sistema viário. Para usuários, são oferecidas informações a respeito do trânsito, como estimativas de tempo e notificações de proximidade de um determinado ônibus; para cobradores, é possível atualizar informações sobre o trânsito que sua linha enfrenta, a situação de lotação do veículo e notificar ocorrências policiais e de bombeiros, por exemplo; Além destes, há o módulo da SPtrans, com a possibilidade de gerar relatórios que permitirão a avaliação do sistema.

2º lugar #Trilha#SP
Equipe PoliGNU

Com o Trilha#SP, os passageiros podem avaliar suas viagens de forma geral e em cinco tópicos distintos: lotação, conforto, higiene, atendimento do cobrador e atendimento do motorista. A medida em que o usuário faz as avaliações, o aplicativo acumula informações que oferecem subsídios para se pensar a necessidade de renovação da frota até política tarifária.

3º lugar #InSPorte
Equipe Bad Request

Também com a proposta de consultar a avaliação do usuário do sistema de transporte público a respeito do serviço que lhe é prestado, o foco do InSPorte é permitir que o passageiro opine rapidamente sobre linhas, pontos e motoristas, além de relatar incidentes. As informações recebidas são disponibilizadas para a população de formas com fácil leitura, como o ranqueamento das 10 linhas com melhor e pior avaliação.

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CGM e Prodam reúnem hackers para aprimorar sistema de pedidos de informação

Ativistas, jornalistas e outros usuários puderam sugerir mudanças; documento com retorno sobre sugestões deve ser divulgado em 20 dias

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Conhecer as principais dificuldades dos usuários e debater possíveis melhorias no sistema eletrônico do Serviço de Informação ao Cidadão (e-SIC). Esses foram os objetivos da segunda edição do “Café Hacker”, promovido pela Controladoria Geral do Município (CGM) em parceria com a Prodam na última quarta-feira (18).

Durante debate na sede da Prodam, empresa responsável por prover à Prefeitura de São Paulo soluções de tecnologia da informação e comunicação, representantes da Sociedade Civil, jornalistas e principais usuários do e-SIC tiveram a oportunidade de tirar dúvidas e sugerir mudanças no sistema de transparência passiva utilizado pela Prefeitura. Continue lendo

Perdeu o papo com dados com SPTrans? Assista ao vídeo

O primeiro Café Hacker organizado pela Controladoria Geral do Município (CGM) tratou de uma das principais demandas da sociedade por informações hoje: dados do sistema de transporte público de ônibus.

Realizado no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o evento reuniu cerca de 40 pessoas, entre jornalistas, programadores, pesquisadores e ativistas.

Para responder às dúvidas e às demandas dos participantes, estavam presentes Ciro Biderman, chefe de gabinete da SPTrans, e Adauto Faria, diretor de gestão econômica e financeira da empresa.

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